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Terça, 28 de junho de 2022
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Santa Catarina

'Coração está em pedaços', diz pai de menina de 2 anos morta em SC; ex-padrasto confessou o crime

O suspeito do crime, um homem 30 anos, foi preso na manhã de quarta-feira. Criança foi encontrada morta com um corte no pescoço.

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Juliano Cezar Matias, pai da criança de 2 anos encontrada morta em um apartamento de Treze Tílias, no Oeste catarinense, desabafou nas redes sociais na quarta-feira (27). Na publicação (veja abaixo), ele pede perdão por não conseguir proteger a menina "da maldade desse monstro". O suspeito é o ex-padrasto da vítima, que confessou o crime e está preso.

 

 

"Me perdoe, minha filha, se não fui um bom pai, se não te protegi o suficiente desse mundo tão cruel. Meu coração está em pedaços, meu anjinho, você se foi e deixou seu papai aqui", escreveu o pai.

De acordo com a Polícia Civil, a menina estava com um corte no pescoço quando foi encontrada. O suspeito, de 30 anos, prestou depoimentos na manhã de quarta-feira e confessou o crime. As motivações para o homicídio, no entanto, não foram reveladas pela investigação.

Pai usou rede social para desabafar  — Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Pai usou rede social para desabafar — Foto: Reprodução/ Redes Sociais

 

De acordo com o delegado Marcelo Marins, responsável pelas investigações, a mãe da menina saiu para trabalhar, por volta das 7h, e deixou a filha aos cuidados do ex-companheiro, na casa onde os dois estavam vivendo, mesmo após a separação. Quando voltou, por volta das 18h, a porta estava trancada e o ex-companheiro não respondia aos chamados da mulher.

"Ela acabou arrombando a porta da casa. Fez buscas ali e acabou encontrando a menina dela na cama, com um corte no pescoço e mancha de sangue no colchão. O companheiro havia fugido", disse Marins.

 

Familiares relataram que, neste momento , a mulher acionou o pai da criança. Ambos fizeram buscas de carro pela cidade, foram até a quitinete para onde o ex-padrasto supostamente deveria se mudar, mas não o encontraram.

A mulher e o ex-companheiro já haviam se separado há cerca de dois meses, mas estavam morando juntos até ele encontrar um novo local. Inicialmente, a polícia tratou ambos como um casal. No dia da morte da menina, o suspeito afirmou que deixaria o apartamento para se mudar para uma quitinete.

Ele teria pedido, então, para ficar com a menina naquele dia de despedida, quando compraria algumas presentes para ela.

Fonte/Créditos: g1

Créditos (Imagem de capa): Foto: Arquivo Pessoal/ Marcia Ribeiro

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