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Dólar dispara para R$ 4,31 e atinge maior cotação da história

Piora em mercados emergentes, como a China, por causa do coronavírus, influenciam o mercado nesta sexta
Dólar dispara para R$ 4,31 e atinge maior cotação da história

Dólar dispara para R$ 4,31 e atinge maior cotação da história

Correio Brasiliense

 

O dólar disparou e atingiu nova máxima histórica, de R$ 4,31, nesta sexta-feira (07/02), em meio à forte valorização da moeda norte-americana frente às divisas de países emergentes. Noticias favoráveis para a economia dos Estados Unidos e de piora nos mercados em desenvolvimento, como China, devido ao novo coronavírus mexem com os mercados no pregão de hoje.

Nem mesmo a notícia de uma inflação menor em janeiro, com alta de 0,21%, não ajudou a conter a desvalorização do real frente à moeda americana. Acompanhando a queda das bolsas internacionais, o Índice Bovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) segue a manhã em queda e abaixo dos 115 mil pontos.

 Os dados de emprego divulgados pelo governo dos Estados Unidos hoje foram positivos, registrando a criação de 250 mil emprego, acima dos 164 mil projetos pelos analistas do mercado, segundo a agência AFP. É o maior aumento desde janeiro do ano passado, mostrando um bom momento para a economia norte-americana, informou a agência. Segundo ela, a taxa de desemprego subiu 0,1 ponto percentual, para 3,6% devido à incorporação de 183 mil pessoas à população ativa.

Ontem, o dólar tinha registrado alta de 1,08%, vendido a R$ 4,284.  O Banco Central deverá realizar uma rolagem de até 13 mil contratos com vencimento em abril de 2020, mas parece não ser suficiente para segurar o dólar nesse novo patamar.

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O dólar disparou e atingiu nova máxima histórica, de R$ 4,31, nesta sexta-feira (07/02), em meio à forte valorização da moeda norte-americana frente às divisas de países emergentes. Noticias favoráveis para a economia dos Estados Unidos e de piora nos mercados em desenvolvimento, como China, devido ao novo coronavírus mexem com os mercados no pregão de hoje.

Nem mesmo a notícia de uma inflação menor em janeiro, com alta de 0,21%, não ajudou a conter a desvalorização do real frente à moeda americana. Acompanhando a queda das bolsas internacionais, o Índice Bovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) segue a manhã em queda e abaixo dos 115 mil pontos.

 Os dados de emprego divulgados pelo governo dos Estados Unidos hoje foram positivos, registrando a criação de 250 mil emprego, acima dos 164 mil projetos pelos analistas do mercado, segundo a agência AFP. É o maior aumento desde janeiro do ano passado, mostrando um bom momento para a economia norte-americana, informou a agência. Segundo ela, a taxa de desemprego subiu 0,1 ponto percentual, para 3,6% devido à incorporação de 183 mil pessoas à população ativa.

Ontem, o dólar tinha registrado alta de 1,08%, vendido a R$ 4,284.  O Banco Central deverá realizar uma rolagem de até 13 mil contratos com vencimento em abril de 2020, mas parece não ser suficiente para segurar o dólar nesse novo patamar.

Fonte

Correio Brasiliense

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