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Terça, 07 de julho de 2020

Geral

Governador Carlos Moisés exonera o Chefe da Casa Civil, Amandio Junior

Nota foi divulgada na noite desta sexta-feira (26) pelo Governo do Estado.

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Empossado em 11 de maio no cargo de Chefe da Casa Civil, Amandio João da Silva Junior, foi exonerado do cargo nesta sexta-feira. A publicação está no Diário Oficial do Estado (DOE). Além dele, também saiu Sandro Yuri Pinheiro, assessor especial da pasta. No lugar de Amandio assumiu temporariamente Juliano Chiodelli, que era subchefe da pasta.

Por nota, o governo disse que "com isso, o ex-secretário pode melhor prestar seus esclarecimentos pessoais perante as autoridades constituídas em relação aos fatos relacionados à sua atividade profissional desenvolvida na iniciativa privada". Na última semana, durante a CPI dos Respiradores na Assembleia Legislativa (Alesc), o nome de Amandio veio à tona por conta de uma imagem em que ele aparece em uma chamada de vídeo junto com um empresário que participou do processo inicial dos respiradores.

O contato ocorreu quando ele não estava no cargo na Casa Civil. Por nota, Amandio disse que o assunto era a aplicação de testes de coronavírus através de uma parceria com a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif). Sandro Yuri Pinheiro, que também foi exonerado, estava na mesma chamada de vídeo.

Por conta da imagem da chamada de vídeo, ele foi convocado a depor na CPI. A ida está marcada para a próxima terça-feira, na Alesc.

 

Em nota publicada nas redes sociais após a exoneração, Amandio João da Silva Junior disse que decidiu pedir exoneração por apelo da família e que o ato não tem relação com a convocação dele para prestar esclarecimentos na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Respiradores.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado na noite desta sexta-feira (26). Amandio, que ficou 47 dias na função, é o terceiro nome do alto escalão do governo de Carlos Moisés (PSL) a cair após a deflagração da Operação Oxigênio, que investiga possível fraude na compra de 200 respiradores com a Veigamed. Helton Zeferino deixou o governo em 30 de abril e Douglas Borba foi exonerado do cargo de secretário da Casa Civil em 10 de maio.

Na publicação, Amandio disse que sua família é seu alicerce e o motivo de sua caminhada e que eles “entendem que não devo seguir por uma estrada de tanta exposição e que tenta a todo tempo macular reputações. Não fujo de meus compromissos e não temo nada, pois sempre agi com lisura antes, durante e depois da passagem pelo Estado”, afirma ele.

O ex-secretário diz que sempre agiu “dentro das regras, normas e leis”. Ele afirma que até “instituições seríssimas” que presidiu acabam sendo atacadas injustamente simplesmente por interesses políticos e pelo cargo que até então ele exercia. “E isso eu não posso aceitar. Deste jeito o país e os Estados que estão absurdamente tensionados não conseguirão vencer os enormes desafios”.
Amandio encerra a nota reportando respeito ao governador Carlos Moisés, colegas, Poderes, Alesc, MPSC, TCE e TJSC.

 

Créditos (Imagem de capa): Amandio João da Silva Junior - Foto: SDE/Divulgação

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